sábado, 5 de março de 2016

" Cabana do Segredo"














               Por vezes, uma história de uma vida pode encobrir e esconder em silêncio um
       grande segredo..., uma inegável verdade nua e crua.
            
               Em uma pacata cidade, em tímida rua, numa casinha aconchegante,  morava
       Paloma-jovem bela e formosa mulher, esposa de Pietro.

               Viviam em plena harmonia. Pietro era um apaixonado. A vida corria... Até
       que um dia as "coisas" mudaram completamente para Paloma.

                Isso aconteceu quando foram apresentados a uns amigos, Nando e Sueli-
       em uma festinha. Nesse dia, sem que quisesse, e nem poder evitar, Paloma caiu
       arrebatada por Nando, se apaixonado à primeira vista.

               A parti de então, Paloma passou a guardar em silêncio sua paixão... Amava
      ardentemente Nando. Ele passou a ser o  seu grande amor. o coração de Paloma
      era de Nando e de ninguém mais. Ele era o amor a quem ela queria desejava,  e
      por quem sofria.

              Mesmo não tendo tocado em Nando. Paloma estava apaixonada, e suspirava
     por um amor impossível. Já que Nando nunca se insinuou. Eram apenas bons amigos.

             Até que, por força do destino, tudo mudou. Ocorreu um eclipse negro em sua vida
    quando Pietro morre num acidente fatal, deixando  tudo às escuras. Confusa e desolada
     muito só, tendo seus dias como noites sombrias, Paloma sentia-se desamparada.

             Numa tarde daquelas foi surpreendida por uma visita! espontaneamente,
    sem quer esperasse, Nando foi procurá-la. Ela não fazia nem ideia do por que da
    visita. O fato é que ele apareceu,  e ao vê-la tão tristonha e amuada, simplesmente
    afaga e beija ternamente o rosto.

             Inebriada  atônita - sem acreditar pois há tempos sonhava desejando
   aquele amor, muito emocionada, Paloma acabou revelando seu segredo. Confessou a
   ele sua paixão. E é quando nasce um amor avassalador...

            Nando ouve a revelação e não diz nada. Calado a pega nos braços e a leva à
   Cabana do segredo. Enquanto a carregava nos braços caminhado  até à cabana,
   lhe beijava aos miúdos; beijos ávidos e frenéticos.

           Na cabana do segredo, ouve gritos e gemidos de volúpias incontidas. Paloma e
  Nando se amaram como nunca ninguém se amou...

           As quatro paredes da  cabana foram testemunhas do estravazamento dos delírios
  da paixão, e cúmplice dos amantes.





OBS: Imagem do Google

( Poema reeditado)                                                 Maria Machado

sábado, 16 de janeiro de 2016

"Pesadelos Insanos"













É... Um silêncio atroz que dói,  n'uma esperança fugitiva!
É uma dor latente que invade meu coração, destroçado
É uma viagem sem volta d'uma rude incerteza negativa 
É um'alma  e um verdadeiro amor aderiva n'um passado.


É um desencanto brutal, donde desencarnou uma vida!
É um Sol árduo com rastros daquela quimera ardente
É um desassossego dilatando minh'alma me sinto perdida!
É teu cheiro envolto meu corpo quando eras meu somente.


É um enigma prescrito, sem rótulo vazio apenas pedaços!
É um grito sem eco n'uma carcaça estranha repleta de dor
É um corpo fúnebre, opaco gélido sem distinção sem traços,
É um sono com pesadelos insanos n'um coração sem amor.


É um frio congelante impuro, aprisionando sonhos e desejos!
N'um brusco apelo ao Deus do Céu, te peço de volta, meu amor!
Junto às tardes de brumas rendadas, quero todos os seus beijos,
É por um anjo inocente, que meu coração chora e é... sofredor.





(OBS)  Imagem do Google:



                                                                              Maria Machado
 
 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

" Apenas Uma Flor "





















Foram-se muitas luas perdidas... Eu, em busca de um amor!
O Sol, meu espelho na minha solidão, retrato d’amargura
Fujo com as estrelas calmamente, à procura de um sabor,
Um desejo de amar desmedido, n’uma gostosa aventura.

Prendo-me, ao passado junto ao um fantasma adormecido
Sem pressa apegou-se ao meu mundo não me deixa caminhar
Morbidamente meu coração é presidiário morto desprotegido
Gotas de sangue escorrem na min’alma por não mais... amar.  

Sufocado meu sonho morre, em alto conflito, desdém da vida!
Poderia amar-te num eterno para sempre sonho de Cinderela
Poderia acordar com teus beijos, como à... Bela adormecida!
Pintar um amor verdadeiro colorido uma vida n’uma aquarela

Mas o que me preparou o destino, prendeu-me longe do amor
Arrancando a possibilidade de viver um árduo amor desejado
Hoje me encontro sozinha, sem ninguém com apenas uma flor!
Com uma dor imensa por dentro nesse meu coração quebrado. 





                                                                          Maria Machado 

Obs: Imagem do Google


sábado, 7 de novembro de 2015

"Bendito Deus dos Sonhos"

















Ó minh'alma vagante, que tanto se deliciou com tuas libidos!
Desolada no sepulcro doloso busca por migalhas adormecidas,
Rastreia insanamente por teu amor n'un pensamento sem sentido
Vesti-se, de lágrimas ardejantes, em soluços, dorme enternecida.


Ó cálidas manhãs,um desejo incessante nasce rude de amargura!
Feito folha seca que vaga débil, sem lugar algum...Sem destino.
Apego-me com tuas lembranças, teus guardados. Ó minha agrura!
Ó anjo desejável à meia luz, ó desejo voluptuoso... Ó meu menino.


Ó Bendito Deus dos sonhos,que me faz sonhar e, me leva até vocé!
Etenizando meu coração ao teu, oiço teu gemido em volúpia ardente
Ó minh'alma insistente libidinosa, sonhadora desfalece de tanto querer!
Ó maior amor, vida da minha vida, infinitamente meu... Sol reluzente.

Ó desmedido pensamento foi além aos gritos chama por ti,ato sonhador!
Só ouviu-se, o silêncio do destino com as fatídicas horas do tempo fugaz
N'um retrato teu emoldurado, já amarelado teu lindo rosto mudou de cor.
Éfemera é a felicidades que estampa teu sorriso que não às vejo, nunca mais. 





OBS: IMAGEM DO GOOGLE                                   Maria Machado



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

"Dona de Mim"

















Coração mudo flutua em volúpias ardentes nas asas da solidão!
Juntos aos pingos da chuva que caem sobre o ervaçal orvalhado
Reavivando um ser solitário lembrança e longínqua recordação,
D'onde uma estrela senil cintila deixando todo o, Céu bordado.


Nas dobras do vento, no voejar de um colibri de asas douradas!
Recito meus versos altos ao Céu redescubro deles o, sentido,
Aplaudo! A mistura de poesia e ciranda de palavras inventada!
No balé de um poema escrito com avidez de um verbo nascido.


Um impulso faz- me ir tão longe, pra perto de Deus poeticamente!
Renasço nas silabas d' uma folha em branco dou-lhe vida à poesia
Sem domínio verbal dona de mim, sobrevivo aos versos arduamente!
Como às nuvens que tecem o véu que rendilha no céu minha fantasia.


Um poeta inocente introduz o presente no futuro, camufla o passado!
(Entre aspa um analfabeto) calmoso, sem se quer almejar por sabedoria
Só há um destino um dom repleto de amor em busca de um sonho alado,
D'um anjo travesso de seu imaginário que lhe fale.Eu te amo, todo o dia.





OBS: Imagem do Google                                      Maria Machado





















segunda-feira, 12 de outubro de 2015

"Calvário"

  Sou o que TU, sonharas ser, antes da tempestade!
  Uma rosa negra do deserto,deslumbrante da beleza,
  Um relógio que marcas a, hora angustiada da saudade
  Mergulhada no, mas profundo,na cegueira da incerteza.


  Sou versão distorcida que fizeras simplória e primitiva!
  Um desafio vasto, sem deslumbre, sem encantamento,
  Sou visão sardônica, esvaecida,tormentada, e negativa
  Ocultando mero devaneio,enquanto jaz o pensamento.


  Sou poço fundo, sem fundo, sou lápide esbranquiçada!
  Enigma da sordidez abismal,sou lamento tosco sufocado
  À prévia atinente de delitos mórbidos, deixam-me calada,
  Como a burla que me fizestes, declaraste, Tu, réu culpado.


  Sou carta sem destinatário,encobertando uma confissão!
  Senti-me, no calvário, carregando aquela... Cruz pesada!
  Tua insensatez iluzante,que me deixou na amarga solidão
  Presa no limbo sepulcral obscuro, sem vida, enclausurada.




 Imagem do Google:                                      Maria Machado
 
 

domingo, 4 de outubro de 2015

"Cheiro de Deus"






















        Olho ao meu redor vejo tudo lindo
 Vejam as maravilhas que Deus fêz pra nos
 No canto dos pássaros vejo Deus sorrindo
         No sopro do vento oiço sua voz.

   Nos pingos da chuva sinto sua presença
    Tem cheiro de Deus na terra molhada
 Ele vem nas preces que recebo as bençãos
    Onde humildemente sigo suas pegadas.

       Vejo-o nas sementes que brotam na terra
         Está na força e coragem do trabalhador
 Ele vem junto dos soldados que voltam da guerra,
É o sorriso das crianças orfão é o fermento do amor.

     EU, fiz uma alinça com meu Deus verdadeiro!
      Diante de minha suplica, já recebi um sinal,
        Deus irá me proteger de janeiro a janeiro!
       Aqui na terra, nada e ninguém me fará mal.





Obs: Minha Imagem.


Maria Machado



















quarta-feira, 30 de setembro de 2015

"Lágrimas do SoL"






















O Sol chora, silenciosamente sobre a terra, absoluto, e abrasador!
Seus recônditos soluços niférctros, arduos, agonizando as nações
Destilando um braseiro perverso, inevitável, imbativél, estarrecedor
N'uma fúria tamanha,aos muitos graus escaldantes, nesse árido chão.

Mãe terra chora, com aridez do solo, perdendo seus rios, e nascentes!
Chora o planeta azul inconsolavelmente ao eco triste dos animais em coro,
A lua meiga e alvacenta inconformada, desolada que chora amargamente!
Sob as brumas molhada com as gotas de lágrimas das estrelas, em choro.

Vão-se as águas, diminui as florestas e o verde, devastam a mãe natureza!
Chora Amazônia com a ambição do mundo, inrresponsabilidade dos mortais
Incoerência desumana, que não respeitam e destroem essa glamorosa beleza!
Que aos poucos estão desaparecendo, em alguns anos não existiram, mas.

Lágrimas do Sol...Implacável, chispando fogo aos quatro cantos do vento!
Com um brasário descomonado irreversivél, uma nudez sem cor,e com ardor
Queimam-se a humanidade, queimando todos os neurônios em pensamento,
Com à fúria do Astro Rei ardejante, luzimento escaldante...Criação do Criador.



Obs: Imagem do Google                                                  


Maria Machado




domingo, 20 de setembro de 2015

"Espelho da Saudade"

Cai a noite, ouço teu canto nas estrelas, Longínquo e pesaroso!
Uma intrínseca melodia que fala do teu amor, por minha criatura,
Um amor inigualado, desmedido,o, mas exicitante e ardoroso!
Protegido por um lindo anjo e um broquel e suas armaduras.

Choro as madrugadas, com infúrtonio insuportável da saudade!
Passo meu tempo pelo o tempo do amor, que sempre será infinito
Sentindo tua presença em cada oração de minha necessidade
Imploro a Deus, que como Eu, Ele, o Criador, ouvimos teus gritos.

Abraçada com espelho da saudade, respiro profunda solidão!
O elo da brisa, as palavras se misturam. quase ouço seu nome
Confundo-me com uma mistíca penumbra,restando apenas ilusão
Inpotente minhas mãos não te alcaçam... Fugas você some.

Acordo-me com as estrelas, envolto meu corpo insano desejo!
Volúpias extaciantes, lábios sedentos em chamas, tórrido ardor
Lá se foi você que sonhava com meu sonho dormia com meu beijo
Na agrura da minha angustia, lembranças do nosso...Grande amor.





Imagem do Google:                                                 Maria Machado



quarta-feira, 16 de setembro de 2015

" Véu Negro"


Mas além que, o alvo da manhã, o crepúsculo de toda uma vida
Acima das dunas acizentadas, mas londe que, à noite e o dia!
Cá estão meus olhos vermelhos que choram lágrimas doridas,
Que escorrem dentro de minh'alma sôfrega agonizante perdida.

Inconfundível Sol de Inverno, rasga o Céu com sua magnitude
Um frio silencia e domina minha mente, me sinto dilacerada
Acariciando meu corpo, n'uma insensatez vil, que me ilude!
Tecendo em êxtase, absoluto, carícias atrevida, e depravada.

N'uma utopia em preto e branco um brusco devaneio desbotado
Inrreconhecível corroido pelo o tempo com destino pérfido ardiloso
Desprendido pelo o vento que grane à noite, sombrio e desolado!
Espectro fétido, um ser mirabolante opaco, pesadelo nebuloso.

Alma possessiva indiscreta, mundana e derruída, roubou meu Sol
Inibiu meu sorrizo, impediu-me, de amar-te, devorou o meu amor
Desviou-me ao um antro secretamente, descolorindo meu arrebol,
Vestindo-me, com o negrume da noite, com o Véu negro da dor.





 Obs: Imagem do Google                                  Maria Machado