segunda-feira, 26 de outubro de 2015

"Dona de Mim"

















Coração mudo flutua em volúpias ardentes nas asas da solidão!
Juntos aos pingos da chuva que caem sobre o ervaçal orvalhado
Reavivando um ser solitário lembrança e longínqua recordação,
D'onde uma estrela senil cintila deixando todo o, Céu bordado.


Nas dobras do vento, no voejar de um colibri de asas douradas!
Recito meus versos altos ao Céu redescubro deles o, sentido,
Aplaudo! A mistura de poesia e ciranda de palavras inventada!
No balé de um poema escrito com avidez de um verbo nascido.


Um impulso faz- me ir tão longe, pra perto de Deus poeticamente!
Renasço nas silabas d' uma folha em branco dou-lhe vida à poesia
Sem domínio verbal dona de mim, sobrevivo aos versos arduamente!
Como às nuvens que tecem o véu que rendilha no céu minha fantasia.


Um poeta inocente introduz o presente no futuro, camufla o passado!
(Entre aspa um analfabeto) calmoso, sem se quer almejar por sabedoria
Só há um destino um dom repleto de amor em busca de um sonho alado,
D'um anjo travesso de seu imaginário que lhe fale.Eu te amo, todo o dia.





OBS: Imagem do Google                                      Maria Machado