domingo, 6 de outubro de 2013

"Silêncio Cego"




















Um coração amarelo... Sem sangue, golpeado devasto sem piedade!

Pelas as mãos dos malfeitores, Amazônia é sucumbida, desmatada

Ta se esvaindo, diminuindo pelo os ignóbeis poderes que se alastram

 A ganância, o silêncio cego, aglomerando riquezas, e cérebros sem nada.



Cruelmente, o descaso é gigantesco, o malfeitor não tem dó nem uma!

Impiedosamente traficam animais, pássaros exóticos em gaiolas da morte!

Pechinchados irão ser vendidos vivo ou mortos noutra nação quem sabe?

Nossos pássaros irão embelezar cantar noutros ares, quando dão sorte!



Amazônia degradada gemendo com o coração em felpas doridas!

Chora reclama, sente no seio à vergonha a perfídia do abandono

Com suas florestas desmatadas, encurralada queimada em vida!

Ecoa gritante de dor, uiva triste como um cãozinho sem dono.



Encurralados, veados, “macacos, onças pintadas pela a força atroz”

As araras azuis, que cantarolavam, calaram-se sem, mais serenatas

Emudeceram passarinhos Uirapurus, animais selvagens perderam a voz!

Logo não existiram, mas eco som, nem pio rangidos dentro das matas!



O vento e as nuvens opacas carregadas rodopiam acima das árvores!

Nas folhas vestígios tristes, cheiro da fumaça com faíscas das queimadas

Morre animais, plantas medicinais, o Planeta azul esvaindo em chamas

Amazônia no fogo cruzado homens ameaças extinções riquezas cobiçadas



Imagem do Google
                                                                    Maria Machado