quarta-feira, 13 de junho de 2012

" Debaixo do Céu"

A chuva cai fortemente respingando minha alma solítaria,
Lagrimas! Igualando suspiros angustiantes falam sobre mim,
Na tempestade astuciosa,que murmura impaciente,
Chega devastando meu ser eu,e as flôres do meu jardim.

Voa o colibri! As borboletas sobrevivem por entre as folhas,
Levadas pelo o vento arteiro,por um impulso esmerado,
Só restando sombras que impede meu coração inquieto,
Deslembrar do tempo memorável que estive ao seu lado.

Sobre o arco-íres,debaixo do céu!Tuas palavras se contorciam
Com exatidão de me querer,de te prender,uma obsessão pertinaz,
Perdidamente nos meus braços,no momento crucial.juraste para mim!
Nada destruiria nosso amor,seria eterno,não acabaria já mais.

Vento brusco pairava sobre nossos corpos em meio a tempestade,
Vi o sinal,que despedaçara meu coração,senti-me desolada,
Não foi um faz de conta,foi um conto de fadas com um belo final,
Uma linda história de amor de duas almas,eternemente entrelaçada.





                                                                        Maria Machado: